Doe Palavras
No Dia Mundial de Luta Contra o Câncer, 08 de abril, o Instituto Mário Penna – entidade filantrópica mineira dedicada ao tratamento de pacientes com câncer – lançou, em parceria com a RC Comunicação, a Campanha “Doe Palavras”. Criativa e inédita, a iniciativa quer incentivar a demonstração de carinho aos que sofrem com a doença.
A ideia é gerar um banco de mensagens e pensamentos positivos que transmita aos pacientes esperança, conforto e acolhimento.
Milhares de mensagens escritas por pessoas de todo o país serão recebidas em uma plataforma web e transmitidas em tempo real nos televisores instalados nas dependências do Hospital Mário Penna.
Ao invés de pedir doações em dinheiro, mantimentos etc., a Campanha apela para o sentimento solidário, se diferenciando por insistir apenas na doação de palavras e de atenção.
Segundo o superintendente geral do Instituto Mário Penna, Cássio Eduardo Rosa Resende, palavras expressam sentimentos e, por isso, se tornam mais significativas do que o dinheiro.
“Buscamos uma campanha que trouxesse aos pacientes coisas que o dinheiro não pode comprar, como motivação, carinho e solidariedade. Essas palavras ajudarão aos pacientes e familiares a enfrentar o tratamento com mais coragem”, destacou.
As palavras poderão ser doadas através do site www.doepalavras.com.br ou pelo Twitter, introduzindo a expressão #doepalavras (escrita dessa forma) em algumaparte do post.
Para que a Campanha tenha grande alcance, foi desenvolvido um sistema que fará o filtro das mensagens e as enviará aos televisores de plasma localizados na sala de quimioterapia do Hospital Mário Penna e, futuramente, em outras dependências da instituição.
E a Campanha não para por aí. Em uma segunda etapa, as mensagens serão compiladas para publicação em um livro.
in http://www.dzai.com.br/medialuna2/noticia/montanoticia?tv_ntc_id=30781
Relógio digital lusitano
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quarta-feira, 23 de junho de 2010
segunda-feira, 12 de abril de 2010
Histórias do Joãozinho - parte 9 - Juanito (essa é pra vc Philomena)
Joãozinho cubano
No barquinho que levava refugiados cubanos para Miami, Juanito, então com 90 anos, sofreu ataque cardíaco. Como não havia médico a bordo e nem medicamentos, todos começaram a orar por ele.
Juanito, agonizante, pediu uma bandeira de Cuba. - Quero morrer abraçado à bandeira cubana.
Alvoroço geral e ninguém tinha a bandeira. Nisso uma jovem muito bonita se aproximou do moribundo e disse - Tenho uma bandeira de Cuba tatuada em minha nádega esquerda.
Todos se afastaram para permitir esse momento solidário. A moça tirou a calcinha e permitiu que Juanito abraçasse, acariciasse e beijasse sua nádega esquerda.
Passadas duas horas o moribundo já extasiado pediu para a morena se virar pois agora ele iria se despedir do Fidel...
No barquinho que levava refugiados cubanos para Miami, Juanito, então com 90 anos, sofreu ataque cardíaco. Como não havia médico a bordo e nem medicamentos, todos começaram a orar por ele.
Juanito, agonizante, pediu uma bandeira de Cuba. - Quero morrer abraçado à bandeira cubana.
Alvoroço geral e ninguém tinha a bandeira. Nisso uma jovem muito bonita se aproximou do moribundo e disse - Tenho uma bandeira de Cuba tatuada em minha nádega esquerda.
Todos se afastaram para permitir esse momento solidário. A moça tirou a calcinha e permitiu que Juanito abraçasse, acariciasse e beijasse sua nádega esquerda.
Passadas duas horas o moribundo já extasiado pediu para a morena se virar pois agora ele iria se despedir do Fidel...
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