O fiscal
Hildefonso parou seu caminhão em frente ao armazém do Joãozinho e ofereceu 100 sacos de arroz pela metade do preço, desde que o negócio seja sem nota.
Joãozinho aceita e pede para o filho ficar de olho no fiscal, enquanto descarrega o caminhão.
Quando metade da carga foi descarregada...
Filho - Pai, pai, o fiscal se aproxima.
Joãozinho - Pessoal, retornem a carga no caminhão.
Fiscal - Bela venda, hem Joãozinho.
Joãozinho - É, vendi um caminhão de arroz.
Fiscal - Deixa eu ver a nota fiscal.
Joãozinho - Ainda não fiz. Antes quero saber quantos sacos vou colocar no caminhão.
Fiscal - Mas não pode, isso é errado, primeiro você preenche a nota e depois carrega o caminhão.
Joãozinho - Ouviram o homem? Vamos descarregar o caminhão...
Relógio digital lusitano
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terça-feira, 4 de maio de 2010
terça-feira, 16 de março de 2010
Diga-me como andas e te direi quem és (essa é pra vc Andejo)
Há aqueles que preferem a praça
Lembro-me da minha infância em Itatiba.
Lá, nas noites de sábado e domingo, as pessoas praticavam o "footing" na praça da igreja matriz. Os homens faziam o percurso no sentido horário, pelo lado externo da calçada, e as mulheres faziam o percurso no sentido anti-horário.
Quem praticava o "footing" era, ou viria a se tornar, um apaixonado.
Há aqueles que preferem o supermercado
Os mesmos "sem-noção" também podem ser vistos nos corredores dos supermercados. Conduzem seus carrinhos, passando sobre os pés dos incautos, tocando o tendão de Aquiles do cidadão que vai à sua frente (nooooooooooooooossa, como isso dói).
De vez em sempre largam o carrinho no meio do corredor atrapalhando meio mundo.
Haja saco!
Epílogo
Apesar de tudo caminhar é bom, muito bom.
Faz bem para a saúde.
Faz bem para a mente.
Quando se está só, é o momento para observar a cidade, notar detalhes que não vemos quando passamos de carro. É o momento para reflexão, dialogar consigo mesmo (desde que aquela praga chamada celular fique em casa).
Quando se está acompanhado, é o momento para colocar a conversa em dia.
Eu prefiro caminhar no parque porque depois do cansaço, podemos nos esparramar na grama, relaxar e até tirar uma soneca...
Boa caminhada para você.
Lembro-me da minha infância em Itatiba.
Lá, nas noites de sábado e domingo, as pessoas praticavam o "footing" na praça da igreja matriz. Os homens faziam o percurso no sentido horário, pelo lado externo da calçada, e as mulheres faziam o percurso no sentido anti-horário.
Quem praticava o "footing" era, ou viria a se tornar, um apaixonado.
Há aqueles que preferem o parque
Quem caminha nos parques está interessado em sossego, ar com melhor qualidade, contato com a natureza, local para descansar, tomar sol, ler um bom livro.
Há aqueles que preferem a esteira
O caminhante de esteira está interessado em segurança, comodidade, controle do percurso e do tempo gasto.
Há aqueles que preferem a rua
O viandante de rua é apaixonado por emoções fortes, tem um percurso com menos obstáculos que na calçada, mas com sério risco de atropelamento.
Há aqueles que preferem a calçada
O caminhador de calçada, pelo menos no bairro onde resido, é um herói!
Precisa desviar da bosta de cachorro, das raízes das árvores, dos arbustos, dos postes, das lixeiras suspensas, tomar cuidado com os buracos, se equilibrar com as alterações na inclinação e desníveis pois os proprietários utilizam diversos materiais na pavimentação das calçadas, ser paciente com as pessoas "sem-noção".
Estas, agem como se fossem os únicos habitantes deste planeta. Caminham conversando em duplas, trios, ou grupos maiores, ocupando toda a extensão da calçada, gesticulando e parando abruptamente.
Há aqueles que preferem o supermercado
Os mesmos "sem-noção" também podem ser vistos nos corredores dos supermercados. Conduzem seus carrinhos, passando sobre os pés dos incautos, tocando o tendão de Aquiles do cidadão que vai à sua frente (nooooooooooooooossa, como isso dói).
De vez em sempre largam o carrinho no meio do corredor atrapalhando meio mundo.
Haja saco!
Epílogo
Apesar de tudo caminhar é bom, muito bom.
Faz bem para a saúde.
Faz bem para a mente.
Quando se está só, é o momento para observar a cidade, notar detalhes que não vemos quando passamos de carro. É o momento para reflexão, dialogar consigo mesmo (desde que aquela praga chamada celular fique em casa).
Quando se está acompanhado, é o momento para colocar a conversa em dia.
Eu prefiro caminhar no parque porque depois do cansaço, podemos nos esparramar na grama, relaxar e até tirar uma soneca...
Boa caminhada para você.
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